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Desde o início do ano, as televisões generalistas em sinal aberto acumulam perdas de audiência. Agosto acentuou a quebra de audiências das televisões em sinal aberto, que estão em mínimos do século XXI. O último mês foi negro para os gigantes da televisão nacional, SIC e TVI, que registaram resultados preocupantes na média do total dia: a estação da Impresa desceu a barreira dos 20 pontos percentuais (19,3% de share) e o canal da Media Capital ficou-se pelos 22,3%. Em sentido inverso, o conjunto das estações do cabo tem vindo a conquistar, paulatinamente, mais quota de mercado: em agosto, chegaram aos 30,7% de share, batendo mais um recorde.

Esta tendência verifica-se desde março último, curiosamente (ou não) o mês em que a GfK, empresa que mede de forma oficial as audiências em Portugal desde março de 2012, concluiu a alteração do seu painel. Para as generalistas, os números são ainda mais preocupantes tendo em conta que o público disponível para consumir televisão, por conta da crise que obriga mais pessoas a ficarem em casa, mesmo em tempo de férias, aumentou. Por isso, SIC e TVI também investiram nos meses de verão - tradicionalmente ocupados por reposições -, lançando grandes formatos, como foram os casos de "Splash! Celebridades", "Cante Se Puder", ambos da SIC, "Big Brother VIP" e "Dança com as Estrelas", da TVI. Também a RTP 1 e a RTP 2 têm registado números anormalmente baixos de audiência. O primeiro canal da televisão pública soma, de janeiro a agosto, uma média de 12,1% de share. Já o segundo canal regista 2,5%.

Para Luís Marques, estes números não surpreendem. "Era previsível", afirma o administrador editorial da Impresa, dona da SIC, à Correio TV. "A queda dos canais free to air [sinal aberto] já era expectável, devido à oferta diversificada dos canais por cabo, mas acredito que, a partir de agora [setembro], os números vão estabilizar", explica. Apesar desta quebra, Luís Marques alerta para o facto de a soma dos resultados dos canais em sinal aberto em Portugal ser "superior à média da maior parte dos países europeus". "Há espaço para todos", refere o responsável. O administrador da estação de Carnaxide diz ainda não acreditar no esgotamento do modelo de programação dos canais generalistas. "O consumo e a oferta vão manter-se mais ou menos como estão atualmente", afirma.

Luís Cunha Velho partilha da mesma opinião. "Longe disso. O modelo não está esgotado", defende, de forma perentória, o diretor da TVI. Na opinião deste responsável, "os canais generalistas são aqueles em que os telespectadores mais se reveem e vão continuar a ser os de maior audiência, porque são os que estão mais perto das pessoas e os que recebem maior investimento". "Os outros são canais de nicho", afirma Cunha Velho, que assinala, no entanto, a importância de a TVI ter canais no cabo (TVI 24, TVI Ficção e +TVI) para poder ter outros produtos "que não é possível ter na generalista". Cunha Velho afirma ainda que as estações em sinal aberto "continuam e continuarão a ter peso junto das audiências" e alerta para o facto de o cabo ser "um conjunto de vários canais" que, "se vistos de forma isolada, representam pouco".

Já Francisco Penim, ex-diretor da SIC e atual coordenador geral de programas e promoções da CM TV, considera que "a televisão generalista continuará a ser erodida pelos canais de cabo". Em agosto, "com mais pessoas disponíveis para consumir televisão, há mais escolha potencial de conteúdos", e isso, desta vez, "pode ajudar a explicar as quebras na TV generalista durante este período", sublinha. Ainda assim, Penim acredita que "o modelo da televisão terrestre, generalista ou não, nunca estará acabado... mas vai ser reduzida a sua parcela". "É o sinal de um amadurecimento do público, que se tem tornado mais seletivo, com maior escolha, que acede a conteúdos com ferramentas cada vez mais eficazes e é mais conhecedor." E diz ser expectável que, "no próximo ano, os canais exclusivos do cabo continuem a subir o seu peso total no consumo de televisão".

Também Fernando Sobral, crítico de televisão, defende que os novos canais nacionais exclusivos do cabo podem "roubar" cada vez mais telespectadores a estações como a SIC e TVI. "Muitas vezes são mais inovadores. São mais rápidos a ter respostas. Vivem da sua vitalidade criativa", diz. Pelo contrário, os generalistas "tendem a passear o seu aparente poder, sem capacidade de renovação rápida". O crítico tem uma visão pessimista do futuro da TV em sinal aberto: "A tendência dos generalistas será centrar-se no que pode ser visto por todos e, com isso, vai-se fechando no seu labirinto, até se perder nele".

Para Manuel Falcão, "as notícias sobre a morte dos canais generalistas são largamente exageradas". O diretor-geral da agência Nova Expressão considera que o crescimento dos canais cabo "tem a ver com o fenómeno de alargamento da base do cabo" e não vê "uma relação significativa" entre a mudança do painel de medição de audiências e a descida da SIC e TVI. "Há uma perda de influência dos generalistas, mas estes continuam a ser maioritários", diz Falcão, que chama ainda a atenção para alguns "fenómenos de sazonalidade", como os canais infantis, que "têm grande prevalência nesta altura do ano". Também Francisco Penim assegura que "quem pensar que a TV generalista caminha para o fim está enganado". Isto porque "haverá sempre uma grande massa crítica de pessoas que consumirá conteúdos que só os canais generalistas conseguem oferecer".

Para recuperar audiências, SIC e TVI apostam em grande na rentrée de outono. E Luís Marques assume estar feliz com as mais recentes estreias da SIC: "Amor à Vida" (que bateu recordes há duas semanas) e "Sangue Bom" (líder de audiências na estreia), a que acrescem "Sol de Inverno" e "A Guerreira", ainda em setembro, e "Factor X", em outubro. "As estreias têm estado a correr muito bem", defende Marques, que acredita que estes produtos "vão trazer de volta alguns telespetadores".

Também o diretor da TVI acredita que "as coisas se vão recompor no inverno", com a mudança dos hábitos dos telespectadores, que vão estar "mais tempo em frente da televisão". Para isso vão ser também decisivas as novas apostas do canal, como "I Love It" (que estreou na semana passada), "Belmonte" e a quarta edição de "Secret Story - Casa dos Segredos" (a 6 de outubro).

Fernando Sobral não tem dificuldades em assumir que as novas apostas das estações para a rentrée "podem recuperar audiências" e "seduzir os telespectadores", mas "são apostas rotineiras, fotocópias do que já foi feito, sequências do que deu lucro no passado". "Há alguma verdadeira novidade aí?", questiona, para logo em seguida responder: "Nem uma."

Fonte: CM

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Luís Marques Mendes avançou, no seu espaço de comentário da SIC, que o Governo estará a "estudar a possibilidade de a RTP ter um terceiro canal na TDT".

"Um terceiro canal em sinal aberto na TDT, a partir da RTP Informação, que seja temático, com janelas regionais e eventualmente dando à SIC e à TVI a participação", declarou Luís Marques Mendes, ex-líder social-democrata, no espaço de comentário a seguir ao "Jornal da Noite", na SIC, no sábado passado. Uma iniciativa que poderá ganhar corpo dentro de duas a três semanas, avançou. O ministro adjunto e do Desenvolvimento Regional, Miguel Poiares Maduro, não confirmou a informação, mas fontes próximas do processo adiantaram que "a proposta de aumento de mais um canal tem sido um dos assuntos discutidos, embora o modelo não esteja completamente definido".

A RTP solicitou recentemente à Entidade Reguladora para a Comunicação Social a possibilidade de aumentar a oferta na TDT com os canais RTP Informação e RTP Memória. Ao mesmo tempo, SIC e TVI também terão pedido permissão para emitir em alta definição em sinal aberto.

Fonte: JN

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Os três principais canais de televisão – RTP, SIC e TVI – não vão fazer a cobertura da campanha eleitoral autárquica. A notícia é avançada na edição desta terça-feira do jornal "Público" que cita os diretores de informação dos três canais.

As televisões garantem que não têm meios para fazer a cobertura de acordo com as exigências feitas pela Comissão Nacional de Eleições (CNE). RTP, SIC e TVI dizem que não se trata de posição concertada, mas devido à "interpretação restritiva da lei", feita pela CNE, todas preferem não emitir imagens de arruadas, idas a mercados ou comícios. Assim, depois de terem decidido não realizar debates para as autárquicas, as três televisões de sinal aberto e os respetivos canais de informação pagos não darão qualquer notícia sobre ações de campanha dos candidatos às câmaras municipais e assembleias de freguesia.

A lei exige que todas as candidaturas, independentemente da sua dimensão ou influência, tenham igual tratamento por parte dos órgãos de comunicação social, por isso, se se fizer a cobertura de uma ação de campanha de um candidato em Lisboa, terá que se fazer dos restantes oito. As televisões dizem não ter meios para tal e reclamam critérios editoriais para selecionar a informação. Aquilo que os espetadores poderão ver nos ecrãs, nas próximas três semanas, serão apenas os líderes partidários a comentar ou a discursar, ainda que em ações de campanha dos seus candidatos autárquicos, unicamente sobre temas com impacto nacional como o desemprego, a tróica ou as rescisões na função pública.

Fonte: RR

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O negócio das chamadas e mensagens é cada vez mais importante para os canais de televisão e os seus resultados estão em níveis recorde.

Em conjunto, SIC e TVI apresentaram proveitos multimédia de 37,9 milhões de euros no primeiro semestre, o que significa mais de 6,3 milhões por mês ou 210 mil euros por dia. Estes valores representam um crescimento de 83,5% (mais 17,2 milhões) do que em igual período do ano passado.

Entre janeiro e junho, a Media Capital, dona da TVI, obteve 23,4 milhões de "receitas de serviços interativos e multimédia relacionados com concursos e programas" emitidos em canais do grupo. Ou seja, em formatos como "A Tua Cara Não me É Estranha", "Big Brother VIP", "Você na TV!" e "A Tarde é Sua". Este valor significa um crescimento de 93% (mais 11,3 milhões). Na SIC, a subida das receitas foi de 69,9%, mais 5,9 milhões, para um total de 14,4 milhões. Programas semanais como "Vale Tudo" e "Splash", ou os talk shows diários, onde as chamadas habilitam os telespectadores a vencer prémios, são os programas que mais contribuem para estes números.

E os dois canais vão continuar a apostar em formatos com votações de público, como "Dança com as Estrelas" (TVI) ou as estreias de outubro, "Factor X" (SIC) e "Casa dos Segredos" (TVI). Em 2012, este negócio já tinha registado um crescimento assinalável. A TVI encaixou 33,4 milhões subida de 76,7%) e a SIC 19,9 milhões (ganho de 17,7%).

Fonte: CM

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Mais um outono e mais uma vez os novos programas de entretenimento de domingo da SIC e da TVI ganham conteúdos exclusivos no MEO.

Para o início do mês de outubro estão marcadas as estreias de Casa dos Segredos 4 (TVI) e Factor X (SIC) e com elas chegarão aplicações interativas que disponibilizam inúmeros conteúdos nos descodificadores dos clientes da PT. A aplicação "Factor X" disponibilizará: um programa diário em que Carolina Torres conversará e entrevistará vários protagonistas do programa, um programa de antevisão chamado "Extra Factor" que dará a conhecer os candidatos e existirá também a possibilidade de partilha de opinião com os vários concorrentes, num programa apelidado de "Fan Factor". Com o início das galas em direto haverá acesso a outras funções, como: emissão alternativa durante as galas do concurso, visualização de câmaras alternativas, possibilidade de votação nos concorrentes, acompanhamento dos tweets sobre o programa e ainda a possibilidade de aplaudir atuações.

Por sua vez a aplicação "Secret Story 4 - Casa dos Segredos" vai contar com informações relevantes sobre os concorrentes, vídeos do programa, acesso a quatro câmaras alternativas e existirá ainda a possibilidade de acompanhar a página do Facebook do programa e os tweets sobre o mesmo. A juntar à aplicação está o canal 24 horas do programa que mostrará em permanência tudo o que se passa na casa da Venda do Pinheiro. O canal ocupará, desta vez, a posição 13 de todas as plataformas MEO, incluindo serviço por satélite e dispositivos móveis.

As duas aplicações poderão ser acedidas através do MEO Interativo (botão azul) ou durante a emissão dos programas utilizando para isso o botão vermelho.

Por: Grelha TV

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Estação pediu à ERC que alargue serviço base para incluir todos os canais de serviço público, SIC e TVI querem emitir em alta definição.

A RTP quer que os seus canais Informação e Memória, que hoje são apenas emitidos nos operadores de televisão paga, passem a fazer parte da oferta base gratuita da televisão digital terrestre - TDT. Para isso, a administração da televisão estatal já pediu à ERC - Entidade Reguladora para a Comunicação Social que faça incluir, na definição de must-carry, todos os canais de serviço público. O pedido poderá ter sucesso, uma vez que o ministro da tutela (Miguel Poiares Maduro) está a estudar a possibilidade de aumentar a oferta de canais na TDT.

O must-carry é o conjunto de obrigações, neste caso de distribuição de sinal, que o operador tem de cumprir, pelo que a Portugal Telecom teria de passar a distribuí-los através da oferta gratuita. Porém, não compete à ERC tomar essa decisão, mas sim à Anacom, que terá, através de autorização do Governo, que permitir o aumento da capacidade do espectro destinado ao chamado "multiplexer A", para poder comportar todos os canais, e também redefinir o número de canais.

Já em março de 2012, a propósito de uma proposta do PCP para alargar o número de canais gratuitos na TDT, a ERC com a composição atual emitiu um parecer, votado por unanimidade, em que alega que, "quer por razões de ordem técnica, quer por constrangimentos de índole jurídica [o facto de o processo do quinto canal estar no tribunal], não é atualmente viável a disponibilização, numa base estritamente gratuita de "canais" originariamente concebidos e legalmente habilitados para distribuição" em plataformas de TV paga. Nesse parecer, pedido pelo Parlamento, apontava precisamente os casos do Canal Parlamento - que acabou por integrar a TDT com autorização da Anacom - e dos canais RTP Informação, Memória, África e Internacional, que integram a concessão do serviço público. O projeto de lei do PCP acabou chumbado, com os votos contra dos dois partidos da maioria do Governo e a abstenção do PS.

Esta distribuição de sinal na TDT não é grátis para as televisões. A RTP, SIC, TVI e o Parlamento têm de pagar à PT um valor anual pela emissão do sinal dos seus canais. Isso significa que a televisão pública também teria de passar a pagar pelo sinal dos canais Informação e Memória, já que atualmente a RTP recebe dos distribuidores de TV paga - como MEO, ZON ou Cabovisão - um valor mensal pela emissão dos dois canais. Para o cálculo desta retribuição paga aos canais contribui, por exemplo, o nível de audiências.

Este pedido da estação pública evidencia uma mudança de orientação do Governo. Questionou o gabinete do ministro sobre a possibilidade de a RTP emitir mais canais na TDT há dois meses, há poucos dias o ministro respondeu através da sua assessoria: "No quadro das minhas competências estou a promover um processo de reflexão sobre a possibilidade de aumentar a oferta de canais na TDT."

De acordo com a informação mais recente disponibilizada no site da televisão pública, a RTP Informação teve, em 2011, um custo total de 3,5 milhões de euros, mas registou proveitos próprios - onde se inclui a publicidade e as taxas dos distribuidores de TV paga - na ordem dos 5,77 milhões de euros. Também a RTP Memória, o canal baseado no acervo da estação pública, teve números positivos: registou receitas próprias de 2,17 milhões de euros e custos de 1,67 milhões. Estes são, a par do mobile, as únicas operações com lucros líquidos. O relatório e contas de 2011 da RTP - o último disponível - apresenta um rendimento de 13,7 milhões de euros proveniente da distribuição no cabo. Ao pretender passar os dois canais para a TDT, estes terão de passar a faturar muito mais em publicidade para compensar o que deixam de receber dos operadores de TV paga e o que terá de passar a pagar à PT pela distribuição do sinal de mais dois canais, de modo a que esta troca de plataforma compense financeiramente.

A ERC está atualmente a fazer um estudo sobre o futuro da TDT, tendo o presidente, Carlos Magno, concentrado as audições aos três operadores generalistas, e já pediu um parecer técnico a um especialista externo. "Mais do que analisar os erros do passado, interessa perceber com esse estudo o que se pode fazer a partir daqui", afirmou Carlos Magno há dias, citado pela Lusa, acrescentando que o trabalho "pretende resultar num parecer com uma perspetiva da diversidade na oferta de conteúdos". Já em abril deste ano, num parecer sobre um estudo da Anacom acerca da TDT, a ERC defendeu a "necessidade quer do alargamento da oferta de televisão gratuita no mux A, quer da concessão dos restantes mux que o espectro disponível ainda comporta [e que a PT recusou, já depois de o concurso de exploração lhe ter sido entregue, por a empresa ter a sua própria oferta de TV paga, o MEO], como elemento fundamental do desenvolvimento e competitividade da TDT".

A SIC e a TVI estão entretanto atentas às possíveis movimentações na oferta gratuita da TDT. Depois de terem visto entrar o Canal Parlamento na grelha a 3 de Janeiro, os dois operadores privados fazem agora contas sobre como ocupar o espaço restante. A SIC foi a primeira a dirigir-se à ERC para questionar o regulador sobre se a licença que detém desde 1990 serve para emitir em sinal de alta definição (HD) - começou por ser um sinal analógico, é digital desde há dois anos.O conselho regulador da ERC respondeu que a licença existente não determina o tipo de tecnologia em que a emissão é emitida, pelo que a resposta foi positiva. A SIC questionou também a Anacom, e, segundo apurado, ainda não obteve resposta.

A intenção dos dois operadores é passarem a fazer emissões em alta definição. O problema do mux A, gratuito, é precisamente a capacidade para albergar canais: não há espaço para todos emitirem em alta definição, nem sequer haverá espaço para RTP 1, SIC e TVI terem todas emissões em HD. Estava, aliás, previsto um só canal em HD. A pretensão da SIC e da TVI de emitir em HD será uma estratégia para ocupar o espaço disponível, impedindo assim a entrada de mais operadores.

Fonte: Público

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Pelo segundo ano consecutivo, as transmissões do campeonato nacional de futebol deverão ser um exclusivo do cabo, nomeadamente dos canais Sport TV e da Benfica TV. Os telespectadores que não têm televisão por subscrição ficam assim privados de acompanhar a principal competição do futebol nacional.

Segundo apurado, nenhuma das estações em sinal aberto (RTP, SIC e TVI) apresentou uma proposta formal à Sport TV. Isto apesar do interesse manifestado por Alberto da Ponte, presidente da RTP, em ter os jogos do campeonato na antena da estação pública como forma de alavancar as audiências. Na verdade, não terá havido abertura por parte da estação de Joaquim Oliveira para negociar qualquer acordo, como confirmou recentemente Alberto da Ponte numa audição parlamentar. Fonte do canal de desporto disse que "devido às contingências atuais do mercado, os canais não têm dinheiro para comprar". A última vez que os jogos foram emitidos em sinal aberto, a TVI terá pago 16 milhões de euros por 60 jogos.

A RTP terá mesmo tentado negociar uma permuta com os conteúdos do Mundial de 2014, dos quais é detentor dos direitos, mas nem assim a Sport TV cedeu. Caso vendesse os direitos de um jogo por jornada do campeonato, a Sport TV ficaria, em alguns fins de semana, com apenas um jogo de um dos três, já que um dos jogos passaria em sinal aberto e o outro na Benfica TV (sempre que o clube encarnado joga em casa).

Assim sendo, e caso se mantenha o atual cenário, só uma alteração na lista de acontecimentos de interesse público em sinal aberto, sob a alçada do ministro Miguel Poiares Maduro, inverterá o cenário de exclusividade do cabo sobre a competição. O despacho em vigor não contempla os jogos do campeonato.

Fonte: CM

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A TVI e a SIC perderam 13,2 milhões de euros de receitas publicitárias nos primeiros seis meses do ano. Ao todo, os anunciantes investiram 82,6 milhões de euros nas duas televisões privadas, o que significa que este valor encolheu 14%, face aos 95,9 milhões registados na primeira metade de 2012.

Não é novidade que o mercado está em queda acentuada, mas estes resultados excedem as expectativas mais pessimistas do sector. De acordo com Manuel Falcão, da agência de meios Nova Expressão, as televisões em sinal aberto (SIC, TVI e RTP) terão perdido cerca de 20% do investimento publicitário, uma quebra em linha com as perdas totais do mercado. Para Alberto Rui Pereira, responsável executivo da Initiative, esta quebra é o reflexo do recuo do PIB e, principalmente, do mercado interno, que se estão a comportar "de um forma mais grave do que era esperado no fim do ano passado".

Fonte: Económico

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Maio registou o valor mais alto do ano no que respeita às inserções publicitárias na televisão em sinal aberto: 55 996 peças, de que se excluem as autopromoções. Contudo, aquém do mês homólogo, em que os quatro canais passaram 64 559 anúncios.

Os dados pertencem ao estudo MediaMonitor da Marktest e indicam que os quatro canais exibiram, no total, 397 horas de publicidade, o que representa uma média diária de três horas e 12 minutos por canal, correspondentes a 452 inserções. Entre janeiro e maio, a duração média dos anúncios publicitários foi de 28 segundos, menos três segundos do que o observado no mesmo período de 2012. Esta duração média variou entre os 13 segundos na RTP 2 e os 46 segundos na RTP 1, sobretudo devido à duração da publicidade de Telecompras.

Fonte: Briefing

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Numa entrevista ao jornal Público Pedro Norton, responsável executivo da Impresa, dona da SIC, revelou algumas novidades que a empresa está a preparar e mostrou-se preocupado e desapontado com a TDT.

Sobre os novos projetos, Pedro Norton avançou que a SIC vai avançar com "um canal (...) na área do social", porque é algo que a empresa está a "trabalhar muito bem na SIC generalista e que estava por ocupar nos canais temáticos." "Montámos um projeto, teve aceitação dos operadores. Será um canal aberto na TV paga (...) que vai avançar ainda este ano, no último trimestre, estamos a ultimar a grelha e as contas finais vão depender dela", referiu o responsável. O presidente executivo da Impresa, desde 2012, referiu igualmente que tem mais projetos a ser discutidos com os operadores, mas não os revela porque "daria ótimas ideias aos concorrentes."

Sobre a TDT, Pedro Norton revela que a empresa escreveu à Anacom porque "está preocupada com o facto de a TDT se poder transformar num gueto das TVs tecnologicamente atrasadas. O HD vai ser a muito curto prazo o standard exigido pelo mercado e não faz sentido condenar as TVs generalistas a viver num standard ultrapassado." Instado a comentar se todo o desenvolvimento da TDT visou beneficiar os operadores de TV paga, o CEO do terceiro canal não tem dúvidas em dizer "que esse foi o resultado final" e diz ter "pena que se tenha deixado cair o projeto da TDT paga" porque "teria sido saudável haver uma alternativa."

Por: Grelha TV

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A publicidade nos quatro canais televisivos em sinal aberto desceu em abril por comparação a março: no mês passado foram exibidas 48 643 peças publicitárias contra as 53 986 que haviam passado no mês anterior.

Os dados são do estudo Mediamonitor, da Marktest, e excluem a autopromoção dos canais. O valor mais elevado de inserções publicitárias nos últimos 12 meses aconteceu em maio de 2012, com 64 559 peças exibidas pela RTP 1, RTP 2, SIC e TVI. No último mês, os quatro canais exibiram cerca de 346 horas de publicidade, o que representa uma média diária de duas horas e 53 minutos por canal. Este valor equivale a uma média de 405 inserções por dia e por canal.

Entre janeiro e abril, a duração média dos anúncios publicitários foi de 29 segundos, menos três segundos do que o observado no mesmo período de 2012. Esta duração média variou entre os 13 segundos na RTP 2 e os 47 segundos na RTP1, sobretudo devido à duração da publicidade de Telecompras, que, segundo a Marktest, tem tido um peso muito significativo na duração publicitária total deste canal.

Fonte: Briefing

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Segundo a página Mais TVI, as emissões dos dois canais generalistas em sinal aberto que ainda usam o 4:3 devem passar durante 2013 para 16:9.

O sítio na Internet cita uma fonte próxima da estação de Queluz, que refere "as principais operadoras [MEO e ZON] já exigem a passagem para esse formato [16:9]". A mesma refere que a TVI não terá mesmo problemas na transição para a nova proporção de imagem, visto que todos os seus programas já são gravados usando essa definição. De recordar que o canal + TVI, exclusivo ZON, já emite em 16:9 em definição normal, apesar de no verão passado ter sido anunciado com sendo em alta definição.

Alta definição que deverá estar afastada para já dos canais generalistas, não tanto por incapacidade técnica, mas por não haver espaço alocado na TDT para esses canais e por não parecer haver interesse num acordo entre as estações e os operadores.

Por: Grelha TV

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A SIC continua a internacionalizar os seus conteúdos: assim, a SIC Internacional acaba de chegar à Austrália, integrada no pacote da plataforma Luso Vision, enquanto a SIC Notícias já emite no mercado francês, através da operadora Free.

Em França, a SIC Notícias faz parte do pacote português, que inclui, entre outros, a SIC Internacional e a TVI Internacional. A SIC está ainda a negociar a presença da SIC Notícias em mais dois operadores franceses. Em comunicado, o responsável executivo da Impresa, Pedro Norton, adianta que "o objetivo é levar a SIC Notícias a todos os cantos do mundo onde se fale português, replicando o modelo de sucesso da SIC Internacional".

A SIC Internacional está presente em 12 países, alcançando 5,7 milhões de telespetadores. Já a SIC Notícias chega a 2,5 milhões de telespetadores fora de Portugal.

Fonte: Briefing

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A RTP, SIC e TVI não têm um nível de som coerente entre programas, bem como entre estes e a entrada da publicidade. Esta é uma das conclusões de um estudo da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) e da Universidade Técnica sobre o nível de volume sonoro naqueles canais.

"Detetaram-se ligeiros desvios, em que o som não é coerente, durante a programação, nos três canais em sinal aberto. Curiosamente os níveis sonoros da publicidade – e que nós temos de vigiar – não são os mais gritantes", explica Luísa Roseira, vogal do conselho regulador. Este estudo analisou ainda os níveis sonoros do canal infantil por cabo Panda, no qual "não foi detetado nenhum desvio". Diz ainda Luísa Roseira que esta conclusão "era importante, porque a inclusão deste canal no estudo deveu-se ao facto de se direcionar a um público mais vulnerável" e por isso com menos controlo das variações do volume do som nos períodos de difusão de publicidade.

Agora, e antes de aplicar quaisquer coimas, o regulador vai reunir-se com os três operadores no sentido de perceber o que podem estes fazer para minimizar o problema. A ERC está a reunir documentação junto das instâncias europeias no sentido de perceber como é que a Europa regulamenta esta matéria e como é que quantifica os decibéis.

Fonte: CM

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Na sequência de um concurso internacional promovido pelo Departamento de Estado Norte Americano para a produção de uma série de programas sobre educação nos EUA, a SIC K foi a estação escolhida para a tarefa.

A oportunidade surgiu entre mais de 50 candidaturas de estações de todo o mundo depois de a proposta do canal temático da SIC ter sido enviada, a convite da embaixada dos EUA em Portugal. A série documental "L.i.t.U. – Learning in the USA: Aprender nos Estados Unidos" contará com emissão em Portugal a partir do próximo mês de junho na SIC K.

"Esta é a primeira série documental original SIC K, foi integralmente filmada nos Estados Unidos e é composta por um total de cinco episódios, que retratam o dia-a-dia de estudantes norte-americanos com idades compreendidas entre os 6 e os 18 anos, em locais tão diversos como Long Island, Nova Iorque, Chicago ou New Bedford, onde a SIC K esteve com a comunidade portuguesa", sublinha a estação em nota enviada à imprensa.

Fonte: M&P

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