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A RTP pode vir a ter a sua própria rede para transmitir os seus canais na Televisão Digital Terrestre (TDT), que até agora tem sido emitidos através da rede montada pela PT.

De acordo com a Comissão de Trabalhadores (CT) da estação pública e com um estudo académico da Universidade do Minho, de Sérgio Denicoli e de Mariana Lameiras, "a RTP possuiu uma rede de transmissores que foi construída para a rádio digital terrestre que pode ser adaptada." Uma rede T-DAB que, segundo garante a CT no mesmo estudo, "possui capacidades para receber sinais via satélite e retransmiti-los."

Em declarações ao DN, nem o professor nem a CT precisam qual o volume de custos envolvidos nesta alteração, mas adiantam que esta solução não acarreta mais custos para os lares com TDT. "Vão ser precisos estudos mais aprofundados. A adaptação não é muito onerosa porque a parte mais cara está feita, ou seja, a estrutura da rede está toda montada. Basta transformar um passivo em ativo e, em poucos anos, a RTP pode deixar de gastar com o transporte de sinal o que atualmente paga", afirma Denicoli.

Recorde-se que o presidente da RTP, Alberto da Ponte, declarou em Comissão Parlamentar de Ética, em julho, que "seria muito bom limitar o custo" da TDT, cujo montante estava acima dos seis milhões de euros anuais. "Os indicadores dizem-nos que não é necessário um grande investimento", afirma Camilo Azevedo, porta-voz da CT, que afirma que "o valor é amortizável em poucos anos".

Um engenheiro eletrotécnico especialista em TDT garantiu que "a adaptação da rede pode custar em torno de dez milhões de euros porque mais de 80% dos custos estão pagos." A cobertura da rede, lê-se no documento, chegou "em períodos de teste a 72% do território e a 74% da população". Um valor que, explica o mesmo engenheiro que pediu anonimato, "pode ultrapassar os 80% do território com a multifrequência".

De acordo com o estudo, que o porta-voz da CT disse ter já "enviado ao ministro" adjunto e do desenvolvimento regional, Miguel Poiares Maduro, a adaptação da rede T-DAB pode ser feita em três cenários. Numa primeira possibilidade, transformar a rede T-DAB em rede TDT. Um investimento que "seria reduzido perante a economia que a RTP alcançaria ao não pagar a terceiros". Num segundo cenário, seria possível adaptar a rede "para as transmissões multimédia", incluindo "telemóveis, tabletes, portáteis e autorrádios." Os custos da adaptação "são quase nulos", lê-se. O terceiro cenário seria um híbrido das duas soluções anteriores com possibilidade de "haver serviços interativos". Entre eles, "a possibilidade de serviços de telebanco, sendo que cada instituição interessada em utilizar a tecnologia, seria um potencial cliente para a RTP", descreve o documento.

Fonte: DN

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Desde o início do ano, as televisões generalistas em sinal aberto acumulam perdas de audiência. Agosto acentuou a quebra de audiências das televisões em sinal aberto, que estão em mínimos do século XXI. O último mês foi negro para os gigantes da televisão nacional, SIC e TVI, que registaram resultados preocupantes na média do total dia: a estação da Impresa desceu a barreira dos 20 pontos percentuais (19,3% de share) e o canal da Media Capital ficou-se pelos 22,3%. Em sentido inverso, o conjunto das estações do cabo tem vindo a conquistar, paulatinamente, mais quota de mercado: em agosto, chegaram aos 30,7% de share, batendo mais um recorde.

Esta tendência verifica-se desde março último, curiosamente (ou não) o mês em que a GfK, empresa que mede de forma oficial as audiências em Portugal desde março de 2012, concluiu a alteração do seu painel. Para as generalistas, os números são ainda mais preocupantes tendo em conta que o público disponível para consumir televisão, por conta da crise que obriga mais pessoas a ficarem em casa, mesmo em tempo de férias, aumentou. Por isso, SIC e TVI também investiram nos meses de verão - tradicionalmente ocupados por reposições -, lançando grandes formatos, como foram os casos de "Splash! Celebridades", "Cante Se Puder", ambos da SIC, "Big Brother VIP" e "Dança com as Estrelas", da TVI. Também a RTP 1 e a RTP 2 têm registado números anormalmente baixos de audiência. O primeiro canal da televisão pública soma, de janeiro a agosto, uma média de 12,1% de share. Já o segundo canal regista 2,5%.

Para Luís Marques, estes números não surpreendem. "Era previsível", afirma o administrador editorial da Impresa, dona da SIC, à Correio TV. "A queda dos canais free to air [sinal aberto] já era expectável, devido à oferta diversificada dos canais por cabo, mas acredito que, a partir de agora [setembro], os números vão estabilizar", explica. Apesar desta quebra, Luís Marques alerta para o facto de a soma dos resultados dos canais em sinal aberto em Portugal ser "superior à média da maior parte dos países europeus". "Há espaço para todos", refere o responsável. O administrador da estação de Carnaxide diz ainda não acreditar no esgotamento do modelo de programação dos canais generalistas. "O consumo e a oferta vão manter-se mais ou menos como estão atualmente", afirma.

Luís Cunha Velho partilha da mesma opinião. "Longe disso. O modelo não está esgotado", defende, de forma perentória, o diretor da TVI. Na opinião deste responsável, "os canais generalistas são aqueles em que os telespectadores mais se reveem e vão continuar a ser os de maior audiência, porque são os que estão mais perto das pessoas e os que recebem maior investimento". "Os outros são canais de nicho", afirma Cunha Velho, que assinala, no entanto, a importância de a TVI ter canais no cabo (TVI 24, TVI Ficção e +TVI) para poder ter outros produtos "que não é possível ter na generalista". Cunha Velho afirma ainda que as estações em sinal aberto "continuam e continuarão a ter peso junto das audiências" e alerta para o facto de o cabo ser "um conjunto de vários canais" que, "se vistos de forma isolada, representam pouco".

Já Francisco Penim, ex-diretor da SIC e atual coordenador geral de programas e promoções da CM TV, considera que "a televisão generalista continuará a ser erodida pelos canais de cabo". Em agosto, "com mais pessoas disponíveis para consumir televisão, há mais escolha potencial de conteúdos", e isso, desta vez, "pode ajudar a explicar as quebras na TV generalista durante este período", sublinha. Ainda assim, Penim acredita que "o modelo da televisão terrestre, generalista ou não, nunca estará acabado... mas vai ser reduzida a sua parcela". "É o sinal de um amadurecimento do público, que se tem tornado mais seletivo, com maior escolha, que acede a conteúdos com ferramentas cada vez mais eficazes e é mais conhecedor." E diz ser expectável que, "no próximo ano, os canais exclusivos do cabo continuem a subir o seu peso total no consumo de televisão".

Também Fernando Sobral, crítico de televisão, defende que os novos canais nacionais exclusivos do cabo podem "roubar" cada vez mais telespectadores a estações como a SIC e TVI. "Muitas vezes são mais inovadores. São mais rápidos a ter respostas. Vivem da sua vitalidade criativa", diz. Pelo contrário, os generalistas "tendem a passear o seu aparente poder, sem capacidade de renovação rápida". O crítico tem uma visão pessimista do futuro da TV em sinal aberto: "A tendência dos generalistas será centrar-se no que pode ser visto por todos e, com isso, vai-se fechando no seu labirinto, até se perder nele".

Para Manuel Falcão, "as notícias sobre a morte dos canais generalistas são largamente exageradas". O diretor-geral da agência Nova Expressão considera que o crescimento dos canais cabo "tem a ver com o fenómeno de alargamento da base do cabo" e não vê "uma relação significativa" entre a mudança do painel de medição de audiências e a descida da SIC e TVI. "Há uma perda de influência dos generalistas, mas estes continuam a ser maioritários", diz Falcão, que chama ainda a atenção para alguns "fenómenos de sazonalidade", como os canais infantis, que "têm grande prevalência nesta altura do ano". Também Francisco Penim assegura que "quem pensar que a TV generalista caminha para o fim está enganado". Isto porque "haverá sempre uma grande massa crítica de pessoas que consumirá conteúdos que só os canais generalistas conseguem oferecer".

Para recuperar audiências, SIC e TVI apostam em grande na rentrée de outono. E Luís Marques assume estar feliz com as mais recentes estreias da SIC: "Amor à Vida" (que bateu recordes há duas semanas) e "Sangue Bom" (líder de audiências na estreia), a que acrescem "Sol de Inverno" e "A Guerreira", ainda em setembro, e "Factor X", em outubro. "As estreias têm estado a correr muito bem", defende Marques, que acredita que estes produtos "vão trazer de volta alguns telespetadores".

Também o diretor da TVI acredita que "as coisas se vão recompor no inverno", com a mudança dos hábitos dos telespectadores, que vão estar "mais tempo em frente da televisão". Para isso vão ser também decisivas as novas apostas do canal, como "I Love It" (que estreou na semana passada), "Belmonte" e a quarta edição de "Secret Story - Casa dos Segredos" (a 6 de outubro).

Fernando Sobral não tem dificuldades em assumir que as novas apostas das estações para a rentrée "podem recuperar audiências" e "seduzir os telespectadores", mas "são apostas rotineiras, fotocópias do que já foi feito, sequências do que deu lucro no passado". "Há alguma verdadeira novidade aí?", questiona, para logo em seguida responder: "Nem uma."

Fonte: CM

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Luís Marques Mendes avançou, no seu espaço de comentário da SIC, que o Governo estará a "estudar a possibilidade de a RTP ter um terceiro canal na TDT".

"Um terceiro canal em sinal aberto na TDT, a partir da RTP Informação, que seja temático, com janelas regionais e eventualmente dando à SIC e à TVI a participação", declarou Luís Marques Mendes, ex-líder social-democrata, no espaço de comentário a seguir ao "Jornal da Noite", na SIC, no sábado passado. Uma iniciativa que poderá ganhar corpo dentro de duas a três semanas, avançou. O ministro adjunto e do Desenvolvimento Regional, Miguel Poiares Maduro, não confirmou a informação, mas fontes próximas do processo adiantaram que "a proposta de aumento de mais um canal tem sido um dos assuntos discutidos, embora o modelo não esteja completamente definido".

A RTP solicitou recentemente à Entidade Reguladora para a Comunicação Social a possibilidade de aumentar a oferta na TDT com os canais RTP Informação e RTP Memória. Ao mesmo tempo, SIC e TVI também terão pedido permissão para emitir em alta definição em sinal aberto.

Fonte: JN

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Os três principais canais de televisão – RTP, SIC e TVI – não vão fazer a cobertura da campanha eleitoral autárquica. A notícia é avançada na edição desta terça-feira do jornal "Público" que cita os diretores de informação dos três canais.

As televisões garantem que não têm meios para fazer a cobertura de acordo com as exigências feitas pela Comissão Nacional de Eleições (CNE). RTP, SIC e TVI dizem que não se trata de posição concertada, mas devido à "interpretação restritiva da lei", feita pela CNE, todas preferem não emitir imagens de arruadas, idas a mercados ou comícios. Assim, depois de terem decidido não realizar debates para as autárquicas, as três televisões de sinal aberto e os respetivos canais de informação pagos não darão qualquer notícia sobre ações de campanha dos candidatos às câmaras municipais e assembleias de freguesia.

A lei exige que todas as candidaturas, independentemente da sua dimensão ou influência, tenham igual tratamento por parte dos órgãos de comunicação social, por isso, se se fizer a cobertura de uma ação de campanha de um candidato em Lisboa, terá que se fazer dos restantes oito. As televisões dizem não ter meios para tal e reclamam critérios editoriais para selecionar a informação. Aquilo que os espetadores poderão ver nos ecrãs, nas próximas três semanas, serão apenas os líderes partidários a comentar ou a discursar, ainda que em ações de campanha dos seus candidatos autárquicos, unicamente sobre temas com impacto nacional como o desemprego, a tróica ou as rescisões na função pública.

Fonte: RR

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Ministro defende que o controlo sobre a RTP deve ser entregue a uma entidade "genuinamente independente".

"Acho muito importante que o controlo sobre a empresa possa vir a estar nas mãos de uma entidade, que é percebida e entendida por todos como genuinamente independente. Isso permitirá não apenas afastar o risco de governamentalização como também permitir uma direção mais efetiva e uma prossecução mais efetiva dos objetivos de serviço público que a televisão tem", frisou. 

Em declarações aos jornalistas, à margem das comemorações do Dia do Município de Montemor-o-Velho, Poiares Maduro afirmou que a RTP "vive sob uma suspeita permanente de risco de governamentalização" e que essa suspeita afeta a imagem da empresa estatal de televisão. "E não apenas afeta a imagem da empresa e do serviço público para todos os portugueses mas afeta também depois, internamente, a capacidade de gestão efetiva. Porque essa gestão é sempre associada, eventualmente, a uma intromissão dos Governos", declarou Poiares Maduro.

"O que posso garantir, é que do meu ponto de vista, enquanto ministro, nem sequer nunca contactei nenhum diretor da RTP, nunca sugeri nem me intrometi em qualquer decisão de programação da RTP", adiantou o governante. "Mas esse risco, essa suspeita de risco de governamentalização existe em permanência sobre a RTP", frisou.

Questionado sobre o modelo que propõe para a televisão pública, disse apenas que "em breve" serão conhecidos os detalhes do que considerou como um "roteiro" para a RTP.

Fonte: Económico

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O presidente do Conselho de Administração da Rádio e Televisão de Portugal (RTP) considera que o operador público "precisa, no mínimo, de 200 milhões de euros por ano, para viver".

Num entrevista conjunta à rádio Antena 1 e ao Diário Económico, ontem divulgada, Alberto da Ponte falou na situação atual da empresa, alvo de um Plano de Desenvolvimento e Redimensionamento (PDM) elaborado pelo Governo. "A RTP tem de ter, forçosamente, para viver, umas receitas, no mínimo, da ordem dos 200 milhões de euros", declarou aos jornalistas Alberto da Ponte numa altura em que cumpre quase um ano à frente do destino da empresa. Nos excertos da entrevista enviados pela RTP à agência Lusa, o presidente da empresa disse ainda que precisa de acrescentar cerca de 20 milhões de euros aos cerca de 180 milhões oriundos das receitas provenientes da contribuição audiovisual e da publicidade.

A partir de 2014, como está previsto no plano do Governo, a RTP vai deixar de receber uma indemnização compensatória, e o responsável considera que o serviço público a que a empresa está obrigada "está em perigo". "Estamos a tentar encontrar em conjunto com a tutela as soluções que permitam apetrechar a RTP com o financiamento necessário ao redimensionamento, e permitir executar com dignidade serviços tão importantes como o internacional", indicou. De acordo com o presidente da empresa é preciso "encontrar forçosamente financiamento para o serviço internacional da RTP, para o arquivo e até para a cooperação, para além de 2014, como está no PDR". Indicou que este financiamento "terá de ser apenas as receitas resultantes da atividade comercial e das receitas derivadas da contribuição para o audiovisual".

De acordo com Alberto da Ponte, esta matéria tem estado a ser discutida com a tutela "num ambiente muito cordial, mas de debate frontal e honesto". A data limite estipulada por ambas as partes para encontrar soluções para o financiamento extra da RTP é o dia 20 de setembro. "Tudo o que vier depois de 20 de Setembro corre o risco de penalizar o PDR, aprovado pelo Governo", alertou, apontando que este plano não foi delineado pela RTP.

Os 20 milhões de euros a mais, segundo Alberto da Ponte, são necessários para assegurar "algumas obrigações fundamentais do serviço público que não estão no contrato de concessão atual, não estão cobertas pela contribuição para o audiovisual". Sobre esta matéria, o presidente do operador público de rádio e de televisão comentou ainda na entrevista que a necessidade desses 20 milhões "não é surpresa para ninguém, porque no próprio documento do PDR refere-se que essas obrigações extra teriam de ser equacionadas". De acordo com Alberto da Ponte, esta matéria tem estado a ser discutida com a tutela "num ambiente muito cordial, mas de debate frontal e honesto".

Fonte: M&P

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Estação pediu à ERC que alargue serviço base para incluir todos os canais de serviço público, SIC e TVI querem emitir em alta definição.

A RTP quer que os seus canais Informação e Memória, que hoje são apenas emitidos nos operadores de televisão paga, passem a fazer parte da oferta base gratuita da televisão digital terrestre - TDT. Para isso, a administração da televisão estatal já pediu à ERC - Entidade Reguladora para a Comunicação Social que faça incluir, na definição de must-carry, todos os canais de serviço público. O pedido poderá ter sucesso, uma vez que o ministro da tutela (Miguel Poiares Maduro) está a estudar a possibilidade de aumentar a oferta de canais na TDT.

O must-carry é o conjunto de obrigações, neste caso de distribuição de sinal, que o operador tem de cumprir, pelo que a Portugal Telecom teria de passar a distribuí-los através da oferta gratuita. Porém, não compete à ERC tomar essa decisão, mas sim à Anacom, que terá, através de autorização do Governo, que permitir o aumento da capacidade do espectro destinado ao chamado "multiplexer A", para poder comportar todos os canais, e também redefinir o número de canais.

Já em março de 2012, a propósito de uma proposta do PCP para alargar o número de canais gratuitos na TDT, a ERC com a composição atual emitiu um parecer, votado por unanimidade, em que alega que, "quer por razões de ordem técnica, quer por constrangimentos de índole jurídica [o facto de o processo do quinto canal estar no tribunal], não é atualmente viável a disponibilização, numa base estritamente gratuita de "canais" originariamente concebidos e legalmente habilitados para distribuição" em plataformas de TV paga. Nesse parecer, pedido pelo Parlamento, apontava precisamente os casos do Canal Parlamento - que acabou por integrar a TDT com autorização da Anacom - e dos canais RTP Informação, Memória, África e Internacional, que integram a concessão do serviço público. O projeto de lei do PCP acabou chumbado, com os votos contra dos dois partidos da maioria do Governo e a abstenção do PS.

Esta distribuição de sinal na TDT não é grátis para as televisões. A RTP, SIC, TVI e o Parlamento têm de pagar à PT um valor anual pela emissão do sinal dos seus canais. Isso significa que a televisão pública também teria de passar a pagar pelo sinal dos canais Informação e Memória, já que atualmente a RTP recebe dos distribuidores de TV paga - como MEO, ZON ou Cabovisão - um valor mensal pela emissão dos dois canais. Para o cálculo desta retribuição paga aos canais contribui, por exemplo, o nível de audiências.

Este pedido da estação pública evidencia uma mudança de orientação do Governo. Questionou o gabinete do ministro sobre a possibilidade de a RTP emitir mais canais na TDT há dois meses, há poucos dias o ministro respondeu através da sua assessoria: "No quadro das minhas competências estou a promover um processo de reflexão sobre a possibilidade de aumentar a oferta de canais na TDT."

De acordo com a informação mais recente disponibilizada no site da televisão pública, a RTP Informação teve, em 2011, um custo total de 3,5 milhões de euros, mas registou proveitos próprios - onde se inclui a publicidade e as taxas dos distribuidores de TV paga - na ordem dos 5,77 milhões de euros. Também a RTP Memória, o canal baseado no acervo da estação pública, teve números positivos: registou receitas próprias de 2,17 milhões de euros e custos de 1,67 milhões. Estes são, a par do mobile, as únicas operações com lucros líquidos. O relatório e contas de 2011 da RTP - o último disponível - apresenta um rendimento de 13,7 milhões de euros proveniente da distribuição no cabo. Ao pretender passar os dois canais para a TDT, estes terão de passar a faturar muito mais em publicidade para compensar o que deixam de receber dos operadores de TV paga e o que terá de passar a pagar à PT pela distribuição do sinal de mais dois canais, de modo a que esta troca de plataforma compense financeiramente.

A ERC está atualmente a fazer um estudo sobre o futuro da TDT, tendo o presidente, Carlos Magno, concentrado as audições aos três operadores generalistas, e já pediu um parecer técnico a um especialista externo. "Mais do que analisar os erros do passado, interessa perceber com esse estudo o que se pode fazer a partir daqui", afirmou Carlos Magno há dias, citado pela Lusa, acrescentando que o trabalho "pretende resultar num parecer com uma perspetiva da diversidade na oferta de conteúdos". Já em abril deste ano, num parecer sobre um estudo da Anacom acerca da TDT, a ERC defendeu a "necessidade quer do alargamento da oferta de televisão gratuita no mux A, quer da concessão dos restantes mux que o espectro disponível ainda comporta [e que a PT recusou, já depois de o concurso de exploração lhe ter sido entregue, por a empresa ter a sua própria oferta de TV paga, o MEO], como elemento fundamental do desenvolvimento e competitividade da TDT".

A SIC e a TVI estão entretanto atentas às possíveis movimentações na oferta gratuita da TDT. Depois de terem visto entrar o Canal Parlamento na grelha a 3 de Janeiro, os dois operadores privados fazem agora contas sobre como ocupar o espaço restante. A SIC foi a primeira a dirigir-se à ERC para questionar o regulador sobre se a licença que detém desde 1990 serve para emitir em sinal de alta definição (HD) - começou por ser um sinal analógico, é digital desde há dois anos.O conselho regulador da ERC respondeu que a licença existente não determina o tipo de tecnologia em que a emissão é emitida, pelo que a resposta foi positiva. A SIC questionou também a Anacom, e, segundo apurado, ainda não obteve resposta.

A intenção dos dois operadores é passarem a fazer emissões em alta definição. O problema do mux A, gratuito, é precisamente a capacidade para albergar canais: não há espaço para todos emitirem em alta definição, nem sequer haverá espaço para RTP 1, SIC e TVI terem todas emissões em HD. Estava, aliás, previsto um só canal em HD. A pretensão da SIC e da TVI de emitir em HD será uma estratégia para ocupar o espaço disponível, impedindo assim a entrada de mais operadores.

Fonte: Público

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Pelo segundo ano consecutivo, as transmissões do campeonato nacional de futebol deverão ser um exclusivo do cabo, nomeadamente dos canais Sport TV e da Benfica TV. Os telespectadores que não têm televisão por subscrição ficam assim privados de acompanhar a principal competição do futebol nacional.

Segundo apurado, nenhuma das estações em sinal aberto (RTP, SIC e TVI) apresentou uma proposta formal à Sport TV. Isto apesar do interesse manifestado por Alberto da Ponte, presidente da RTP, em ter os jogos do campeonato na antena da estação pública como forma de alavancar as audiências. Na verdade, não terá havido abertura por parte da estação de Joaquim Oliveira para negociar qualquer acordo, como confirmou recentemente Alberto da Ponte numa audição parlamentar. Fonte do canal de desporto disse que "devido às contingências atuais do mercado, os canais não têm dinheiro para comprar". A última vez que os jogos foram emitidos em sinal aberto, a TVI terá pago 16 milhões de euros por 60 jogos.

A RTP terá mesmo tentado negociar uma permuta com os conteúdos do Mundial de 2014, dos quais é detentor dos direitos, mas nem assim a Sport TV cedeu. Caso vendesse os direitos de um jogo por jornada do campeonato, a Sport TV ficaria, em alguns fins de semana, com apenas um jogo de um dos três, já que um dos jogos passaria em sinal aberto e o outro na Benfica TV (sempre que o clube encarnado joga em casa).

Assim sendo, e caso se mantenha o atual cenário, só uma alteração na lista de acontecimentos de interesse público em sinal aberto, sob a alçada do ministro Miguel Poiares Maduro, inverterá o cenário de exclusividade do cabo sobre a competição. O despacho em vigor não contempla os jogos do campeonato.

Fonte: CM

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A RTP 1 pode passar a ter o dobro do tempo de publicidade, ou seja, passar dos seis minutos por hora para os 12.  Esta poderá ser uma das propostas no contrato de concessão da RTP.

Contactado, o gabinete do ministro da tutela "nega perentoriamente" que a matéria esteja em cima da mesa. No entanto, Miguel Poiares Maduro disse na semana passada, na comissão parlamentar de Ética, estar recetivo a propostas "criativas" de financiamento da RTP. O que o ministro recusa é que saia mais dinheiro do erário público.

Já a RTP sublinhou que "apresentou à tutela um conjunto de propostas no sentido de criar as condições para a sustentabilidade da empresa" e que "as mesmas, caso sejam aprovadas, criam as condições para uma RTP competitiva no mercado cada vez mais concorrencial". De recordar que há cerca de uma semana, no Parlamento, Alberto da Ponte referiu que a empresa teve "perdas publicitárias na ordem dos 9 milhões de euros em 12 meses". O presidente da RTP apontou ainda a "desvantagem competitiva dos seis minutos [de publicidade], que se nota mais em tempos difíceis", face aos privados, que podem exibir 12 minutos de anúncios por hora.

A partir de 2014, recorde-se, a estação pública só vai contar com a Contribuição Audiovisual, cerca de 144 milhões de euros por ano, que é paga mensalmente pelos portugueses na fatura da eletricidade.

Fonte: CM

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Várias vezes tem sido afirmado que a TDT que é "oferecida" aos portugueses fica muito aquém das possibilidades técnicas do sistema digital. E não se refere apenas à reduzida oferta de canais de televisão (que deixa mais de 30% do espaço do multiplexador desocupado) ou à ausência das rádios. Várias outras situações colocam-nos na cauda do pelotão da Televisão Digital Terrestre. Por exemplo, causa profunda indignação que quatro anos depois do arranque da Televisão Digital Terrestre a Portugal a televisão pública continue a desperdiçar a possibilidade de transmitir um canal de áudio-descrição nos seus canais. Ainda mais quando tecnicamente é facílimo de fazer e praticamente sem custos!

Atualmente a RTP emite áudio-descrição através da Onda Média da Antena 1, uma solução manifestamente insatisfatória. Devido a insuficiências da rede de emissores, as emissões em Onda média são difíceis de captar e estão sujeitas a inúmeras fontes de interferências, quer de outras emissoras estrangeiras (principalmente à noite), quer por interferências causadas por equipamentos eletrónicos em casa dos próprios ouvintes/telespectadores. Isto seria facilmente ultrapassado utilizando um canal áudio extra nos canais da RTP na TDT. Bastaria um canal áudio suplementar com um débito de 64 a 96Kb/s, portanto com uma utilização de espectro mínima para disponibilizar um serviço de áudio-descrição com boa qualidade técnica. O custo seria irrisório!

Recorde-se que durante os jogos do Mundial de Futebol 2010 a RTP e a SIC emitiram um canal áudio suplementar em que o barulho (ensurdecedor) da Vuvuzela era filtrado. É incompreensível que a áudio-descrição emitida através da Onda Média da Antena 1 não seja também emitida através da TDT. Ainda mais porque a disponibilização de funcionalidades que proporcionem o acesso das pessoas com limitações visuais e auditivas às emissões de televisão está expressamente prevista no título que confere o direito de utilização de frequências! Isto inclui a áudio-descrição e a legendagem (por teletexto e DVB [Digital Video Broadcasting]). Basta os canais requerem à PT Comunicações (PTC) a utilização do espetro adicional.

Em janeiro de 2009 foi criticada a ausência de links de backup na rede de distribuição do sinal da RDP, o que ocasionava falhas sistemáticas de receção em várias zonas do país. Algum (demasiado) tempo depois a RDP acabou por adotar a solução óbvia e passou a utilizar também ligações via satélite. A TSF acabou por seguir o exemplo mais tarde (embora tecnicamente mal implementada). Em março de 2012 foi publicado um extenso post criticando o atraso na utilização do 16:9. Em maio do mesmo ano a RTP anunciou (finalmente) que a RTP 2 iria passar a difundir a sua emissão na integra em 16:9.

Em nome de poderosos interesses, a TDT portuguesa tem sido descaradamente sabotada. O que "lá fora" funciona bem e merece nota positiva dos cidadãos, em Portugal é continuamente marginalizado. A Televisão Digital Terrestre permite aumentar a inclusão de todos os cidadãos, incluindo aqueles com necessidades especiais. Infelizmente, o serviço público de televisão que temos (que tem obrigações especiais perante a sociedade) tem demonstrado pouco interesse em cumprir a sua missão, como tem sido documentado no blogue TDT em Portugal. Como é evidente, ele parece mais empenhado em incentivar a migração dos portugueses para plataformas de televisão por subscrição do que qualquer outra coisa.

É lamentável que os cidadãos tenham constantemente que recordar e pedir aos políticos e àqueles que assumem cargos de responsabilidade em empresa públicas que cumpram plenamente as suas atribuições e defendam o interesse público. Espera-se que não demore muito mais até que aos responsáveis pela televisão pública finalmente decidam disponibilizar a áudio-descrição na TDT.

Fonte: TDT em Portugal

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A RTP comprou os jogos da Taça das Confederações e está a emitir a maior parte deles na RTP Informação, canal que integra a oferta da televisão paga dos vários operadores.

Solicitada uma reposta sobre o caso ao gabinete de Miguel Poiares Maduro, que tutela a comunicação social, o gabinete do ministro respondeu que este "não comenta opções de programação da RTP". Exibindo as partidas fora dos canais em sinal aberto, os portugueses que não têm TV paga ficam privados deste conteúdo e não está esclarecido se o custo da competição sai do orçamento da RTP 1 ou da RTP Informação.

Com o futebol na sua grelha, o canal (semi)público, que apenas está disponível na TV paga, conseguiu bater no domingo a SIC Notícias (1,5% de share) e a TVI 24 (0,9%). A RTP Informação fechou o dia com uma quota de mercado de 1,8%, quase o dobro do resultado de sábado (1% de share). O crescimento deve-se à emissão do México-Itália, que obteve um share de 5,2%, o melhor resultado de 2013 do canal, resultado esse que foi o dobro do obtido pela RTP 2 no mesmo período.

Nos próximos dias a tendência deve manter-se, visto que a competição que se disputa no Brasil e que foi comprada pelo grupo público vai contar com dez jogos (seis em direto e quatro em diferido) na RTP Informação enquanto que à RTP 1, que pode ser vista por todos os portugueses, só estão destinadas cinco partidas.

Contactada, a RTP não fez comentários, tal como José Alberto Carvalho, diretor de Informação da TVI. Alcides Vieira, diretor de Informação da SIC, sublinhou: "Não é a primeira vez que acontece." A Sport TV terá mantido conversas informais para comprar jogos, mas tal acabou por não suceder.

Por: Grelha TV com: CM

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A polémica em torno das audiências pode estar perto do fim e com recurso à autorregulação. Há duas semanas, a RTP e a TVI reuniram-se com o presidente da Comissão de Análise e Estudos de Meios (CAEM) e ficaram de entregar "uma lista de três ou quatro pontos que querem que sejam verificados no funcionamento do painel de audimetria da GfK", contou ao António Casanova, presidente da CAEM.

A RTP não revela que pontos pretende ver ajustados, mas garante que "tudo fará para encontrar uma solução comum a todos os intervenientes do processo, dentro do espírito de autorregulação" e que "responda com clareza e transparência às necessidades do mercado". Para isso, confirma fonte oficial do grupo público, tem mantido contactos com o novo presidente da CAEM. Já a TVI não fez nenhum comentário. Ao que possível apurar, os canais que abandonaram na presidência de Luís Marques, não vão apresentar uma lista conjunta.

António Casanova acredita que irá receber os pedidos em breve. "Após a sua análise, acreditando que se trata de uma lista sensata, reuniremos com as televisões para validar esse pontos", acrescentando que a GfK "está disposta a aceitar qualquer decisão que a CAEM tome a partir da análise ao pedido dos canais".

Fonte: CM

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O conselho de administração da RTP solidarizou-se com os trabalhadores da televisão e rádio pública grega, encerrada pelo Governo de Atenas.

"O conselho de administração da RTP considera que reestruturar o audiovisual público não é encerrá-lo. Nesse sentido, reafirma a sua determinação de prosseguir a reestruturação em curso na empresa, mas com o objetivo de tornar o serviço público de televisão e rádio mais fortes e a RTP uma empresa de referência e de prestígio no seio das suas congéneres europeias", sustenta o conselho de administração em comunicado.

Manifestando o seu "total apoio" à posição assumida pela União Europeia de Radiodifusão (UER) - da qual a televisão e rádio pública grega (ERT) e a RTP são membros fundadores e que veio já defender o serviço público como elemento central do pluralismo e da democracia europeia - a administração da RTP sustenta que "hoje[ontem] é um dia triste e de luto para o serviço público de audiovisual".

Fonte: JN

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A publicidade nos quatro canais televisivos em sinal aberto desceu em abril por comparação a março: no mês passado foram exibidas 48 643 peças publicitárias contra as 53 986 que haviam passado no mês anterior.

Os dados são do estudo Mediamonitor, da Marktest, e excluem a autopromoção dos canais. O valor mais elevado de inserções publicitárias nos últimos 12 meses aconteceu em maio de 2012, com 64 559 peças exibidas pela RTP 1, RTP 2, SIC e TVI. No último mês, os quatro canais exibiram cerca de 346 horas de publicidade, o que representa uma média diária de duas horas e 53 minutos por canal. Este valor equivale a uma média de 405 inserções por dia e por canal.

Entre janeiro e abril, a duração média dos anúncios publicitários foi de 29 segundos, menos três segundos do que o observado no mesmo período de 2012. Esta duração média variou entre os 13 segundos na RTP 2 e os 47 segundos na RTP1, sobretudo devido à duração da publicidade de Telecompras, que, segundo a Marktest, tem tido um peso muito significativo na duração publicitária total deste canal.

Fonte: Briefing

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A RTP e a TVI anunciaram na segunda-feira o abandono da Comissão de Análise de Estudos de Meios (CAEM), em protesto pela recusa do pedido de auditoria ao atual sistema de medição de audiências televisivas que haviam apresentado. Estas saídas acontecem em vésperas de a Associação Portuguesa de Anunciantes (APAN) assumir a presidência do organismo.

Em comunicado, a RTP justifica a exoneração de associada com a constatação de que a CAEM "se tornou incapaz de cumprir", no atual enquadramento, o fim para que foi criada na sua função autorregulatória e na capacidade de agregar todos os interesses do mercado. A "última decisão que veio confirmar tal incapacidade" – argumenta - foi tomada na Assembleia Geral de 30 de abril com a recusa, "sem qualquer fundamentação", da validação final do painel e das correções ao sistema audimétrico. O mesmo argumento invoca a TVI, considerando, em comunicado, que a CAEM atuou de "uma forma contrária à prossecução do seu fim social, conforme delimitado pelos respetivos estatutos e demonstrou não ter a capacidade para ser representativa de todos os interesses do mercado".

As duas estações recordam que a auditoria foi pedida por quem paga 44,5% do custo do serviço de medição de audiências e que não teria custos para os restantes associados nem para a comissão. O abandono da RTP e da TVI acontece poucos dias antes da assembleia geral que marcará a passagem de testemunho na presidência da CAEM, de Luís Marques, da SIC, para a APAN.

Fonte: Briefing

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A RTP, SIC e TVI não têm um nível de som coerente entre programas, bem como entre estes e a entrada da publicidade. Esta é uma das conclusões de um estudo da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) e da Universidade Técnica sobre o nível de volume sonoro naqueles canais.

"Detetaram-se ligeiros desvios, em que o som não é coerente, durante a programação, nos três canais em sinal aberto. Curiosamente os níveis sonoros da publicidade – e que nós temos de vigiar – não são os mais gritantes", explica Luísa Roseira, vogal do conselho regulador. Este estudo analisou ainda os níveis sonoros do canal infantil por cabo Panda, no qual "não foi detetado nenhum desvio". Diz ainda Luísa Roseira que esta conclusão "era importante, porque a inclusão deste canal no estudo deveu-se ao facto de se direcionar a um público mais vulnerável" e por isso com menos controlo das variações do volume do som nos períodos de difusão de publicidade.

Agora, e antes de aplicar quaisquer coimas, o regulador vai reunir-se com os três operadores no sentido de perceber o que podem estes fazer para minimizar o problema. A ERC está a reunir documentação junto das instâncias europeias no sentido de perceber como é que a Europa regulamenta esta matéria e como é que quantifica os decibéis.

Fonte: CM

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A polémica em torno da medição de audiências parece não ter fim à vista. Após o painel da GfK ter sido aprovado e da Comissão de Análise de Estudos de Mercado (CAEM) ter rejeitado a validação pedida pela RTP e TVI, a estação de Queluz continua a usar os dados da Marktest.

A SIC utiliza os números da GfK, e afirma que vence o horário nobre nos dias da semana há quatro meses. Já os dados oficiais da GfK dão a liderança no horário nobre em abril à TVI, que continua a vencer no total do dia nos dois painéis. Nesta guerra, a RTP está ao lado da TVI. Ambos os canais, não terão ainda pago os serviços da GfK, o que poderá levar a empresa a pedir à CAEM que deixe de lhes fornecer dados. A GfK aguarda a realização da assembleia-geral da CAEM, que nomeará nova direção a 7 de maio para tomar uma decisão. Luís Marques, diretor geral da SIC, vai entregar a presidência a António Casanova, da Associação Portuguesa de Anunciantes.

A TVI não entende a resistência da CAEM a uma auditoria externa ao sistema de audiências e sem esta validação não paga. "Estamos profundamente surpreendidos pela recusa de uma validação ao painel", diz Luís Cunha Velho. Para o diretor da TVI, por uma questão de "transparência e de credibilidade" do sistema de audiências "é necessário fazer uma validação ao painel". Contactada, a RTP diz que não faz "quaisquer comentários até segunda-feira".

Isto tudo numa altura em que a luta entre a SIC e a TVI já chegou ao cabo, com a empresa de Queluz a informar, em comunicado, que as suas estações (TVI 24, TVI Ficção e + TVI) já ultrapassaram a audiência dos canais temáticos da SIC.

Fonte: CM

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