Grelha TV - Fevereiro 2017

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A grande maioria dos canais emitidos em Portugal no cabo não está sujeita à jurisdição nacional. Das mais de 300 estações disponíveis no nosso país, apenas 56 são fiscalizadas pelo regulador dos media, o que levanta várias questões, nomeadamente a nível publicitário. AXN, FOX e FOX Life, entre outros, encaixam milhares de euros por dia com anúncios e são canais fora da jurisdição do regulador português. Em 2012, a TVI pediu mesmo explicações à Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), mas outros canais têm questionado o organismo. A ERC assegura que se se verificar "concorrência desleal" o caso pode chegar à Comissão Europeia.

"É uma matéria da maior importância para os operadores televisivos mas, também, para o regulador. Tomámos algumas diligências, contactámos oficialmente as nossas congéneres europeias, já recebemos informações relevantes das mesmas e estamos a avançar com medidas", explica Luísa Roseira. A vogal da ERC adianta ainda que reguladores congéneres "desconheciam que alguns canais emitem em Portugal". As comunicações foram trocadas entre a ERC, o ministério espanhol e o regulador inglês que tutela os media.

Fonte: CM

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Canais têm equipa de 90 pessoas, fora da tutela das direções de informação e programação, e passam a promover o país no estrangeiro.

Nem todas as ideias sobre a RTP do grupo de trabalho liderado por João Duque ficaram na gaveta. A reestruturação das antenas internacionais – RTP Internacional, RTP África, RDP Internacional e RDP África – está em curso. Está formada uma equipa conjunta para estes canais, que vai trabalhar de forma autónoma e produzir conteúdos para promover Portugal lá fora.

O projeto – que segundo foi apurado foi posto em marcha em abril – prevê que os canais internacionais procurem formas de se financiar à margem do orçamento da RTP. A partir do próximo ano, esta deverá viver apenas com a taxa de audiovisual e com as receitas de publicidade. Por isso, a ideia passa por arranjar patrocinadores para os conteúdos das antenas internacionais. O modelo ainda não está fechado, mas o objetivo é que os institutos sob a alçada do Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) estejam entre os possíveis patrocinadores. Além disso, prevê-se que a RTP África procure parceiros locais nos vários países africanos de expressão portuguesa para ter produção própria local. Também para reforçar a programação, vão ser feitos noticiários específicos para a América e a Ásia, mantendo-se o noticiário para a África. O objetivo é ter conteúdos adaptados às realidades de cada região e emitir a informação à hora mais adequada a cada fuso horário.

Ainda não há uma grelha definida, mas as antenas internacionais têm já um diretor próprio, José Arantes, que reporta diretamente ao diretor-geral, Luís Marinho. Ou seja, a RTP/RDP Internacional e a RTP/RDP África estão já fora da alçada das direções de informação e programação.

Apesar de já estar formada uma equipa de cerca de 90 pessoas (60 das quais na informação), para trabalhar em exclusivo para estes canais, o projeto só deverá arrancar em pleno em outubro. Para já, falta encontrar um espaço físico na sede da RTP, na avenida Marechal Gomes da Costa, para alojar a equipa. Já foi aprovado o cenário que será usado para os noticiários próprios da RTP Internacional. E também já é certa a fusão entre as redações de rádio e televisão – o que fará com que essas sinergias aconteçam nas antenas internacionais ainda antes de o mesmo acontecer nos outros canais da empresa pública, onde tem contado com a resistência dos jornalistas.

A ideia de autonomizar as antenas internacionais surgiu em novembro de 2011, quando o grupo de trabalho nomeado pelo então ministro Miguel Relvas e liderado por João Duque deu a conhecer as suas ideias sobre o futuro do serviço público de TV. Duque defendeu mesmo que a tutela destas emissões devia passar para o MNE. "A promoção de Portugal através da imagem ou do som deve ser enquadrada numa visão de política externa e, portanto, quase que sob a orientação ou em contrato-programa com o MNE" – afirmou na altura o economista, que provocou um coro de críticas por assumir que, "a bem da Nação", a informação da RTP Internacional deve ser "filtrada" e "trabalhada" pelo Governo. A polémica levou o então MNE, Paulo Portas, a ir ao Parlamento: "Eu não confundo grupos de trabalho com decisões, mas respeito a liberdade de opinião", disse, explicando não ter intenção de assumir a tutela daqueles canais.

Contactada, a RTP não prestou qualquer informação sobre as mudanças em curso.

Fonte: SOL

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O Canal Q começou este mês a emitir em França, integrado no pacote de canais "Bouquet Portugais", distribuído pela operadora Free, que conta com mais de três milhões de clientes. O canal das Produções Fictícias foi selecionado para este leque de oferta nacional "como sendo o canal de entretenimento e humor por excelência, em Portugal", refere o Canal Q em comunicado.

O Canal Q está disponível no canal 635 e tem assim um canal próprio, com as 24 horas de emissão atualmente disponíveis no MEO e na ZON, onde pode ser vistas séries, sketches, talkshows, telejornais satíricos e sitcoms com a marca do Q.

Recorde-se que o Canal Q emite atualmente em Portugal, Angola e Moçambique.

Fonte: Marketeer

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A SAD do Benfica chegou a acordo com a Cabovisão para passar a disponibilizar o canal Benfica TV em regime pago na sua oferta. As emissões que já estão disponíveis desde há uma semana, após o corte a 1 de julho, são em SD, não se sabendo se será disponibilizada a versão em alta definição na operadora de Palmela.

A juntar à Cabovisão, a TVCabo Angola e a TVCabo Moçambique passaram, a partir de dia 11, a assegurar as emissões, nos respetivos territórios, da Benfica TV na posição 24 do Pacote Premium.

Os trunfos anunciados para a Benfica TV premium, como a Liga Inglesa, os jogos em casa do Benfica ou Campeonato Brasileiro foram reforçados com a aquisição dos direitos dos jogos do Farense. Mas mais clubes poderão seguir-lhe o exemplo como o Estoril, Belenenses, Académico de Viseu ou o Desportivo de Chaves que já terão sido sondados por responsáveis do clube da Luz.

Por: Grelha TV com: CM

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O canal da TVI destinado aos imigrantes portugueses espalhados pelo mundo vai chegar aos Estados Unidos da América, seguindo a ambição demonstrada pelo canal em 2012.

Ainda não é conhecido qual o operador ou operadores que iram disponibilizar o canal, contudo o mesmo estará disponível em todos os estados do país, o que indica que não se trata de um operador local mas sim de um operador com serviços a nível nacional.

Para assinalar a chegada do canal àquele território, o programa "Somos Portugal" de dia 14, transmitido na TVI e na TVI Internacional, contará com ligações em direto a Newark, cidade do estado de Nova Jérsia, onde Manuel Luís Goucha, apresentador do canal, irá ao encontro dos portugueses aí residentes.

Por: Grelha TV

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O canal Purescreens HD Museum, disponível em exclusivo no MEO, foi renomeado aquando da sua recente entrada na Roménia, através do operador Orange.

The Museum Channel é a nova designação do canal que se dedica à exibição e análise das mais diversas peças de arte. O canal conta com uma emissão 24 horas por dia, em inglês ou francês, sempre em alta definição, acessível em França, Bélgica e Portugal a que se juntou a Roménia em junho.

No MEO o The Museum Channel ocupa a posição 138 na sua versão em inglês e a posição 139 com áudio em francês, estando disponível para clientes com ligações através de fibra ótica ou com linha telefónica de cobre.

Por: Grelha TV com: Broadband TV News

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A televisão pública espanhola, TVE, quer o regresso da publicidade à antena e aguarda decisão judicial que permita algum encaixe financeiro através da cobrança de uma taxa aos operadores e aos canais privados.

Segundo o jornal El Mundo, a TVE está confiante que o Tribunal de Justiça da União Europeia irá aprovar o financiamento através da cobrança de um imposto às operadoras de telecomunicações e aos canais de televisão privados. Uma medida que pode vir a gerar alguma polémica. Quanto à publicidade, a Associação Espanhola de Anunciantes já tinha dito que os anunciantes consideram que a publicidade foi radicalmente excluída da TVE e que esta "deve voltar ao canal público, mas de forma controlada".

Fonte: CM

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A TVI Internacional acaba de dar mais um passo na sua expansão ao passar a ser emitida em mais uma plataforma no Luxemburgo, a Tango. O canal está incluído no pacote português. No grão-ducado, o canal internacional da TVI já era emitido nas plataformas LuxGSM e Eltrona.

Além do Luxemburgo, Angola, Andorra, França, Moçambique, Mónaco, Suíça e Espanha são os países em que a TVI Internacional emite, para um total de dois milhões de subscritores.

Fonte: Briefring

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O tribunal ditou uma providência cautelar que obriga a transmissão do sinal e estabelece que a ERT deve permanecer no ar até que uma nova televisão pública consiga operar na Grécia. Apesar disso, a televisão estatal grega, ERT, continua sem sinal.

Os três partidos da coligação governamental reuniram-se na segunda-feira à noite para analisarem a decisão do Supremo Tribunal Administrativo, mas segundo a EFE não foi obtido consenso sobre a medida cautelar. O ministro das Finanças grego, Yannis Sturnaras, disse nessa noite que não tem dúvidas de que a decisão judicial permite o encerramento da televisão pública. "O Tribunal Administrativo aprovou o encerramento da ERT. Ordenou também ao ministro das Finanças e ao vice-ministro com a tutela dos meios de comunicação social que tome medidas necessárias para que haja emissões de radiotelevisão pública até que se crie um novo organismo", afirmou Sturnaras. Questionado pelos jornalistas sobre quando vão recomeçar as emissões de televisão, o ministro respondeu que vão efetuar-se "logo que possível".

A criação de uma nova entidade pública de televisão ou o aparecimento de uma nova estação a partir do encerramento da ERT é, de acordo com a agência EFE, um dos principais pontos de discórdia entre os partidos que compõem a coligação governamental grega. "A decisão do tribunal diz que nenhum Governo tem o direito de deixar a Constituição em suspenso e que o funcionamento de uma radiotelevisão pública está estipulado", disse o líder do partido Dima (esquerda moderada), Fotis Kuvelis.

A sede da estação de televisão pública continua ocupada pelos trabalhadores que mantêm a emissão de programas de informação através da Internet, contando com os meios que foram fornecidos pela União Europeia de Radiotelevisão (EBU). Por via hertziana os canais da televisão grega continuam sem emissão, apesar da decisão do Supremo Tribunal Administrativo, que ordenou na segunda-feira o restabelecimento imediato das emissões.

Fonte: Dinheiro Vivo

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Crise obriga estação brasileira a dispensar cerca de 400 trabalhadores, mas continuidade de Centro de Produção não está em causa, garantiu o presidente do grupo, Alexandre Raposo.

A Rede Record arrancou esta semana com um processo de reestruturação. Segundo informa a imprensa brasileira, no total, serão despedidos cerca de 400 pessoas. Apesar de confirmar a existência de despedimentos, a estação optou por não avançar o número de funcionários que irão sair da empresa. "O ritmo de consumo das famílias caiu e a publicidade é o sector que mais sentiu essa queda. E, quando a publicidade diminui, o negócio televisivo acaba por ser afetado. Tivemos uma diminuição do volume de anúncios publicitários e temos de reagir a isso", disse Alexandre Raposo, presidente da Rede Record, em entrevista ao portal Meio & Mensagem. Os principais afetados por esta reestruturação serão os funcionários do Centro de Produção RecNov, o segundo maior complexo televisivo do Brasil, localizado no Rio de Janeiro. Chegou a especular-se o encerramento do centro, mas o canal emitiu um comunicado a desmentir a informação. "O RecNov permanece como Centro de Produção de Teledramaturgia, com a previsão de produzir pelo menos um horário de novelas para a grelha de programação", pode ler-se.

Na mesma entrevista, Alexandre Raposo justificou a situação. "O RecNov tem capacidade para produzir quatro novelas em simultâneo. Atualmente, estamos a fazer apenas Dona Xepa, que está no ar, e não abriremos outra faixa para a teledramaturgia por enquanto. Então, a maior parte daquela estrutura e da mão de obra estava inoperante", frisa, lamentando a situação: "Inicialmente tentámos apostar em estratégias para não mexer no pessoal, mas com o passar do tempo os custos tornaram essa tarefa inevitável", explicou o responsável.

Esta decisão levou ainda ao cancelamento de duas minisséries bíblicas que estavam prestes a entrar em pré-produção, Moisés e Os Milagres de Jesus. No entanto, no mesmo comunicado a Record garante que a próxima novela do canal, da autoria de Carlos Lombardi, responsável pelo argumento de novelas como Uga-Uga, Kubanakan ou Pé na Jaca, será produzida no RecNov, bem como a sua sucessora.

Fonte: DN

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O Governo grego surpreendeu na terça-feira o país ao anunciar o encerramento temporário da emissora pública ERT e o consequente despedimento de quase 3000 funcionários, enquanto estuda um novo modelo de serviço público, que irá implicar a redução de pessoal. O sinal foi cortado durante a noite de terça-feira, embora as emissões continuem a ser difundidas pela Internet, primeiro na página oficial da empresa até esta ser desativada, e depois em múltiplas outras páginas na Internet.

"A ERT é um caso de extraordinária falta de transparência e de incrível esbanjamento. Isso acaba agora", afirmou no dia 11 o porta-voz do Governo, Simos Kedikoglou, em conferência de imprensa transmitida pela televisão estatal, que tem mais de 70 anos. A decisão já levou a protestos não só dos trabalhadores mas também dos partidos mais pequenos que fazem parte da coligação no Governo, junto à sede da ERT.

O responsável esclareceu que a emissora irá reabrir com "muito menos pessoal", mas não especificou quando nem qual será o número total de funcionários. De acordo com a imprensa grega, a ERT emprega cerca de 2700 pessoas, as quais ficarão suspensas até que a empresa volte ao activo, altura em que terão que se candidatar a uma vaga de emprego.

"Numa altura em que o povo grego está a passar por sacrifícios, não há espaço para demoras, hesitações ou tolerância para com vacas sagradas", declarou Simos Kedikoglou. De acordo com fontes do Executivo grego, citadas pelo El País, apenas em eletricidade a ERT gasta cerca de 300 milhões de euros por ano, entre três e oito vezes mais do que os operadores privados.

A Grécia acordou com a troika reduzir a dimensão do seu sector público. Entre outras medidas, conta dispensar 2 000 funcionários até o final do ano e 15 000 até o final de 2014. Entretanto, a Comissão Europeia já esclareceu que não exigiu o encerramento do serviço público na Grécia.

A ERT é financiada por uma taxa de 4,3 euros mensais, paga junto com a conta da eletricidade. Atualmente, abrange três canais de televisão, várias estações de rádio nacionais e regionais e o serviço internacional Voz da Grécia.

Fonte: Markteer



  • Emissão em direto

  1. NET
  2. ET 3

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A SIC continua a internacionalizar os seus conteúdos: assim, a SIC Internacional acaba de chegar à Austrália, integrada no pacote da plataforma Luso Vision, enquanto a SIC Notícias já emite no mercado francês, através da operadora Free.

Em França, a SIC Notícias faz parte do pacote português, que inclui, entre outros, a SIC Internacional e a TVI Internacional. A SIC está ainda a negociar a presença da SIC Notícias em mais dois operadores franceses. Em comunicado, o responsável executivo da Impresa, Pedro Norton, adianta que "o objetivo é levar a SIC Notícias a todos os cantos do mundo onde se fale português, replicando o modelo de sucesso da SIC Internacional".

A SIC Internacional está presente em 12 países, alcançando 5,7 milhões de telespetadores. Já a SIC Notícias chega a 2,5 milhões de telespetadores fora de Portugal.

Fonte: Briefing

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Um ano após as primeiras emissões em França, a TVI Internacional reforçou a sua presença naquele país, emitindo desde o dia 25 de abril na plataforma Free.

A TVI Internacional faz parte de um novo pacote de canais que esta plataforma, disponível para mais de 2 milhões de pessoas, começa agora a comercializar. Este novo pacote espera conseguir cerca de 2000 e 5000 novos subscritores no final do primeiro e segundo anos de vendas.

A TVI Internacional está neste momento em Angola, Luxemburgo, Andorra, França, Moçambique, Mónaco, Suíça e Espanha.

Fonte: Media Capital

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A televisão pública de Cabo Verde, a TCV, prepara-se para lançar um canal internacional com destino ao mercado africano e europeu.

O canal será lançado pela mão do distribuidor de televisão francês Thema, que escolheu o satélite Eutelsat W2A (10º Oeste) como casa. François Thiellet, responsável executivo da Thema, disse, em entrevista ao portal Broadband TV News, que o "projeto ambicioso" de levar a TV de Cabo Verde para fora do arquipélago tem como objetivo oferecer à "comunidade cabo-verdiana emigrante a possibilidade de manter uma ligação com as suas raízes e partilhar as suas bonitas tradições".

François Thiellet adiantou ainda que a empresa "ajudou a financiar o equipamento de produção necessário para a emissão internacional", assim como, "instalou no arquipélago um transmissor do sinal do canal para o satélite" que depois retransmitirá a emissão para África e Europa. Um investimento feito pela empresa francesa e sem qualquer risco para a empresa cabo-verdiana.

Na entrevista, o responsável da Thema adiantou ainda que o TCV Internacional marcará presença no mercado português e francês, com cujos operadores já se encontra em negociação, podendo os Países Baixos e os Estados Unidos da América ser também brindados com o canal. A escolha destes países assenta numa análise de mercado feita pela empresa que detetou os territórios referidos como os mais interessantes para a distribuição do canal, com Portugal à cabeça por ser o local do mundo onde mais emigrantes cabo-verdianos residem.

Por: Grelha TV

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O Canal Q já emite em Moçambique, ao abrigo de uma parceria com a TV Cabo, operador que disponibiliza mais de 200 canais de informação e entretenimento nos mercados angolanos e moçambicanos.

A entrada do canal das Produções Fictícias em Moçambique aconteceu a par do início de emissões em Angola. "É o canal à conquista do mundo", resume o canal a propósito da estratégia de internacionalização. Neste momento, as emissões constituem uma réplica das que passam no MEO e na ZON, em Portugal, mas fonte do canal disse que não está fechada a porta à produção de conteúdos localmente "se existir interesse por parte das marcas em Angola e Moçambique em estarem dentro desses televisivos".

A chegada a estes dois mercados é acompanhada de uma campanha de publicidade, que em Angola passa por inserções na revista VIVA e no semanário SOL, bem como no Facebook e no site da TVCabo, a par de panfletos em loja.

Fonte: Briefing

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O Canal Q começa hoje a emitir em Angola, integrado na oferta da TV Cabo, operador que resulta de uma parceria entre a Angola Telecom e a Visabeira Global.

Justificando a escolha deste parceiro, o Canal Q sustenta, em comunicado, que a TVCabo é o "único" operador de TV+NET que aposta em tecnologias e infraestruturas inovadoras para fornecer serviços multimédia, Internet de banda larga e televisão através de fibra ótica. A entrada em Angola enquadra-se na estratégia de expansão do canal, que, em março, deixou de estar em exclusivo no MEO e passou a ter lugar na grelha da ZON.

Fonte: Briefing

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O grupo Impresa fechou esta semana um acordo com a operadora canadiana de telecomunicação Bell para a distribuição da SIC Notícias no seu pacote de televisão de língua portuguesa, que já incluía as emissões da SIC Internacional.

A entrada da SIC Notícias no Canadá ocorre depois de a Impresa já ter negociado, em maio de 2012, o arranque da sua distribuição no mercado suíço. O canal está igualmente também presente em Angola, Moçambique, Cabo Verde e EUA em várias plataformas de cabo, satélite e IPTV. Ao todo, o canal chega hoje já a mais de três milhões de telespectadores fora de Portugal. "Esta nova parceria representa mais um passo no caminho para a globalização dos canais SIC e na internacionalização do Grupo Impresa, assim como um elevado potencial de crescimento do número de subscritores da SIC Notícias num mercado onde a comunidade lusófona tem forte expressão", diz o responsável executivo do Grupo Impresa. A distribuição em França e no Brasil serão os próximo passos.

Além da SIC Notícias, a SIC comercializa no mercado internacional a SIC Internacional, a SIC Mulher e SIC K. Um facto que leva Pedro Norton a sublinhar o facto de a SIC ser "a empresa portuguesa que mais canais emite no estrangeiro", procurando fazer chegar "a marca SIC aos países com as maiores comunidades portuguesas e nos países de língua oficial portuguesa". Recorde-se que a SIC Internacional, por exemplo, está presente em 11 países, alcançando 5,7 milhões de telespectadores.

Fonte: Expresso

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As televisões portuguesas estão a ter um papel fundamental no processo de reestruturação da TPA, a estação pública angolana. "Já tivemos muitas ações de formação com a TVI, algumas pessoas vieram a Portugal para isso, mas nós privilegiamos a relação com todos os organismos fora de Angola que nos possam trazer know-how", contou ao CM Victor Fernandes.

O administrador executivo da TPA recordou o acordo que tem com a RTP e o encontro recente com Alberto da Ponte, presidente da estação. "O que temos com a RTP é uma relação de parceria, que nos permite aproveitar aquilo que é o avanço tecnológico, a formação e todas as valências que a RTP nos possa trazer. Nós também transferiremos algum conhecimento para a RTP, naquilo que são as nossas valências, entre elas um conhecimento de Angola que só a TPA tem."

Há menos de um ano no conselho de administração da TPA, o responsável explica que o canal está a ser alvo de uma profunda reestruturação. "Definimos três eixos para este ano: a reestruturação em termos de recursos humanos, que devem ser adequados à exigência que a televisão vai ter nos próximos anos; a formação das pessoas e, por fim, a renovação técnica e tecnológica da estação", adiantou.

Com cerca de 2300 profissionais, 700 dos quais jornalistas, a TPA está presente em todo o país, mas "padece de algum atraso tecnológico", remata Victor Fernandes, acrescentando que o jornalismo angolano "está a dar os seus primeiros passos" e está a aprender a "conviver com a liberdade de expressão, que às vezes se transforma em libertinagem".

Fonte: CM

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