Crise obriga estação brasileira a dispensar cerca de 400 trabalhadores, mas continuidade de Centro de Produção não está em causa, garantiu o presidente do grupo, Alexandre Raposo.

A Rede Record arrancou esta semana com um processo de reestruturação. Segundo informa a imprensa brasileira, no total, serão despedidos cerca de 400 pessoas. Apesar de confirmar a existência de despedimentos, a estação optou por não avançar o número de funcionários que irão sair da empresa. "O ritmo de consumo das famílias caiu e a publicidade é o sector que mais sentiu essa queda. E, quando a publicidade diminui, o negócio televisivo acaba por ser afetado. Tivemos uma diminuição do volume de anúncios publicitários e temos de reagir a isso", disse Alexandre Raposo, presidente da Rede Record, em entrevista ao portal Meio & Mensagem. Os principais afetados por esta reestruturação serão os funcionários do Centro de Produção RecNov, o segundo maior complexo televisivo do Brasil, localizado no Rio de Janeiro. Chegou a especular-se o encerramento do centro, mas o canal emitiu um comunicado a desmentir a informação. "O RecNov permanece como Centro de Produção de Teledramaturgia, com a previsão de produzir pelo menos um horário de novelas para a grelha de programação", pode ler-se.

Na mesma entrevista, Alexandre Raposo justificou a situação. "O RecNov tem capacidade para produzir quatro novelas em simultâneo. Atualmente, estamos a fazer apenas Dona Xepa, que está no ar, e não abriremos outra faixa para a teledramaturgia por enquanto. Então, a maior parte daquela estrutura e da mão de obra estava inoperante", frisa, lamentando a situação: "Inicialmente tentámos apostar em estratégias para não mexer no pessoal, mas com o passar do tempo os custos tornaram essa tarefa inevitável", explicou o responsável.

Esta decisão levou ainda ao cancelamento de duas minisséries bíblicas que estavam prestes a entrar em pré-produção, Moisés e Os Milagres de Jesus. No entanto, no mesmo comunicado a Record garante que a próxima novela do canal, da autoria de Carlos Lombardi, responsável pelo argumento de novelas como Uga-Uga, Kubanakan ou Pé na Jaca, será produzida no RecNov, bem como a sua sucessora.

Fonte: DN

6 comentários:

  1. Mais uma vez a Optimus Clix investe na TV.

    http://i.imgur.com/nhaR9H4.png


    http://fibra.clix.pt/tv/funcionalidades/gravacoes/gravacoes1.html

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    1. Gravação de séries? Isso existe na concorrência há anos.

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  2. Cabovisão vai ter serviço de telefonia móvel até ao final do ano

    http://tek.sapo.pt/noticias/telecomunicacoes/cabovisao_vai_ter_servico_de_telefonia_movel_1322919.html

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    1. Caro Anónimo,

      A informação já foi publicada. Muito obrigado.

      Cumprimentos

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  3. http://www.destakes.com/redir/5d59ff06dca4bf7af0cb57560657c8a0

    Altice investe 500 milhões em Portugal
    Cabovisão quer ser segunda operadora de TV paga

    Estratégia da empresa pode passar pela "aquisição de um outro operador".

    A Cabovisão quer ser, “a curto ou médio prazo”, o segundo operador de televisão paga em Portugal.

    Para isso, a empresa adquirida pela luxemburguesa Altice no primeiro semestre do ano passado, vai apostar no “crescimento orgânico” ou “na aquisição de um outro operador”. “Viemos para ficar e queremos afirmar-nos”, disse esta quarta-feira João Zúquete da Silva, diretor-geral da Cabovisão, durante um encontro com jornalistas, em Lisboa.

    Este responsável manifestou ainda a intenção em ter uma oferta quadruple-play [internet, televisão, telefone e telemóvel] “até ao final do ano”. Neste sentido, a operadora, que tem actualmente “pouco menos de 250 mil clientes” e, segundo os últimos dados da Autoridade Nacional de Comunicações, representa 7,6% da quota de mercado de televisão por subscrição, está a “estudar o lançamento de um operador móvel virtual”.



    Atualmente, a Cabovisão é a terceira operadora de televisão paga, atrás do grupo Zon (49,7% de quota de mercado) e da PT, que integra o Meo (39,9%).



    A intenção da Altice, dona da Cabovisão, é investir 500 milhões de euros no mercado português, valor que inclui já a compra da ONI, que aguarda ainda uma decisão por parte da Autoridade da Concorrência. Destes, 150 milhões ficam para a Cabovisão investir nos próximos três anos. O valor poderá, no entanto, “aumentar de acordo com as oportunidades que surgirem”, nomeadamente para aquisições na área das telecomunicações.


    Já agora quando acabar os canais espn que canais vão substituir alguém sabe?

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    1. Caro Anónimo,

      A informação já foi publicada. Muito obrigado.

      Cumprimentos

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