A RTP não recebe contribuição audiovisual da Empresa Eletricidade da Madeira (EEM) desde 2005. A dívida já vai em 9,5 milhões de euros, pelo que o conselho de administração de Alberto da Ponte solicitou ao Governo que interviesse.

"A administração da RTP continua a analisar e a gerir os processos relativos aos seus fornecedores e parceiros. Todas as situações serão resolvidas junto das entidades visadas, a seu tempo e de forma direta. Não comentamos, nem comentaremos, casos particulares", disse a empresa pública. De acordo com uma nota da plataforma sindical da RTP, o ministro dos Assuntos Parlamentares está a par desta dívida e tê-la-á considerado "inaceitável", comprometendo-se a fazer cumprir a lei. Isto porque, como já havia dito Miguel Relvas, a partir de 2014 a RTP tem de viver "apenas" com os 140 milhões da taxa do audiovisual e com as receitas comerciais. Contactada a EEM, não forneceu respostas porque quem podia falar, "a administração", estava "reunido com o Governo" de Alberto João Jardim. A EEM "não tem qualquer ligação à EDP", no entanto, a empresa que faz auditorias à Eletricidade da Madeira, a KPMG & Associados, fez a autoria à EDP em 2009.

O documento da plataforma sindical revela ainda que a administração da RTP já aceitou 45 propostas para rescisões por mútuo acordo. O grupo tem 30 milhões para pagar indemnizações de forma a reduzir o seu quadro de 2037 funcionários.

Fonte: CM

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